Hannah Black na Oriental Party

Sofia T

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Profissionalmente tem feito imensas coisas, no entanto, aqui só se encontrará a parte civilizada.
Lê livros, conta histórias, estuda um pouco de tudo, o que lhe dá a capacidade de ver o mundo numa perspectiva alargada e de aprender depressa. Nunca pára de aprender. Vive numa insaciável busca por conhecimento e pela melhoria das suas aptidões.

Gosta de fazer bem, privilegia sempre a competência e segura-a no seu horizonte.

Se lhe perguntarem o que gosta mesmo de fazer, dirá que gosta de ler, escrever e de contar histórias. Por isso, escreve coisas em várias vozes. Eleva cada voz a um desafio que leva até ao fim e lhe serve de combustível.

Escreve em plataformas Blogger, WordPress, papel ou na areia da praia. Conta histórias em vídeo, áudio, ou texto. E edita-as todas, porque, acredita, é na edição que está a arte.

A quem interessar, nos espaços temporais que deixa em aberto, carregou fardos de palha, sacas de ração e carrinhos-de-mão cheios de estrume. Também trabalhou muitos cavalos e deu aulas de equitação, entre tantas outras coisas.
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No sábado passado, o Cais 27 trouxe as cores e os cheiros do Oriente a Vila Franca de Xira numa Arabian Night Oriental Party, decorada com obras da artista Hannah Karen Black e animada pela dança do ventre do grupo da bailarina Telma Jamila, o Jamila’s Bellydance.

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Hannah Karen Black

Enquanto se acabava os preparativos para esta noite das Arábias, onde também se iria poder apreciar os sabores dos chás, infusões e especialidades vindos do Oriente, assim como comprar artigos de cariz oriental numa pequena tenda, o Gaibéu esteve à conversa com Hannah Karen Black e ficou a conhecer melhor a artista galesa.

Hannah Karen Black é uma artista a viver em Portugal há cerca de 10 anos, país onde pretende continuar, porque aprecia o estilo de vida, a paisagem e porque lhe parece um óptimo local para os filhos crescerem.

Proveniente de uma família de artistas, a arte está-lhe no sangue e despertou através das mandalas que desenhava na areia, enquanto brincava com os filhos na praia. Quando terminava as mandalas, fotografava-as antes que o mar as fizesse desaparecer. Posteriormente, passou a pintá-las em quadros onde permaneceriam mais do que as 3 ou 4 horas das desenhadas na areia.

Contou-nos que a sua ligação às artes já vem do tempo da escola e que tem sido, toda a sua vida, quase como um processo curativo. Num olhar mais atento às obras de Hannah Black conseguimos perceber o verdadeiro significado do “processo curativo” de que nos fala, pois há uma sensação de harmonia que nos transmitem, assim como a própria Hannah que, com uma voz doce e serena, nos foi contando o seu percurso artístico que já a levou a expor em países como Portugal, Irlanda e País de Gales.

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As pinturas das ondas

Nas pinturas de Hannah expostas no Cais 27 encontravam-se as madalas, mas também grandes ondas do mar que se confundem com fotografias. Diz que se vendem melhor as ondas do que as mandalas, mas que continuará a desenhar as segundas pelo prazer que lhe dá.

Na Arabian Night Oriental Party, Hannah também iria “tocar” enquanto Dj, explorando outra das suas competências criativas.

As obras de Hannah Black, assim como a própria Hannah, poderão ser encontradas no SoHo – Café and Lounge, em Vila Franca de Xira, no próximo sábado, dia 31, numa Festa de Halloween onde fará pinturas faciais e com as quais tornará esta noite ainda mais “assustadora”.

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Profissionalmente tem feito imensas coisas, no entanto, aqui só se encontrará a parte civilizada. Lê livros, conta histórias, estuda um pouco de tudo, o que lhe dá a capacidade de ver o mundo numa perspectiva alargada e de aprender depressa. Nunca pára de aprender. Vive numa insaciável busca por conhecimento e pela melhoria das suas aptidões. Gosta de fazer bem, privilegia sempre a competência e segura-a no seu horizonte. Se lhe perguntarem o que gosta mesmo de fazer, dirá que gosta de ler, escrever e de contar histórias. Por isso, escreve coisas em várias vozes. Eleva cada voz a um desafio que leva até ao fim e lhe serve de combustível. Escreve em plataformas Blogger, WordPress, papel ou na areia da praia. Conta histórias em vídeo, áudio, ou texto. E edita-as todas, porque, acredita, é na edição que está a arte. A quem interessar, nos espaços temporais que deixa em aberto, carregou fardos de palha, sacas de ração e carrinhos-de-mão cheios de estrume. Também trabalhou muitos cavalos e deu aulas de equitação, entre tantas outras coisas.

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