José Júlio e TóJó fazem História na Tauromaquia Vila-Franquense

Jorge Figueira
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Nasceu em Espinho em Outubro de 1962, vive presentemente em Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa.
O seu interesse pela fotografia manifestou-se desde muito cedo, iniciando este percurso como autodidata por excelência em 1978 com uma câmara Minolta 7S, mas atualmente não dispensa a “companhia“ das suas Nikon.
Entre lugares, momentos e espaços de vivência real, natural e onírica, os trabalhos do fotógrafo deixam transparecer um discurso dialéctico que não advindo de doutrinas pré-estabelecidas dignificam os elementos captados pela relação do seu significado e a sua subjectividade numa equação de intuição e emoção.
Como impulsionador de novos fotógrafos, partilha os seus conhecimentos com amigos vinculando-lhes o estímulo pela criatividade e estética como enriquecimento e desenvolvimento pessoal.
O seu percurso fotográfico é preenchido por várias exposições fotográficas quer colectivas quer individuais; colaborador assíduo de diversas revistas, sites e concursos de fotografia sendo agraciado com várias Menções Honrosas.
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Na Corrida de Toiros Mista de homenagem ao Maestro José Júlio, do passado domingo, registou-se um momento alto com o encontro de gerações do toureio vila-franquense.

A Corrida contou com a presença dos cavaleiros Luís Rouxinol e Filipe Gonçalves, do matador António João Ferreira (TÓJÓ) e dos Forcados Amadores de Vila Franca de Xira e de Coruche em que se lidaram toiros das ganadarias Passanha e de Falé Filipe.

O homenageado Maestro José Júlio e o jovem matador de toiros António João Ferreira (TÓJÓ) encheram a Praça de Toiros Palha Blanco de emoção, garantindo, assim, que a arte da lide dos toiros é também de Vila Franca e pode ter um futuro promissor.

 

Matador de Toiros António João Ferreira

António João Ferreira nasceu em Santarém, mas veio muito novo para a Escola de Toureio José Falcão, onde era professor o Maestro José Júlio. É um daqueles toureiros que não tem tido sorte, porque triunfa em todos os locais onde toureia, mas tem tido muito poucas oportunidades. De novilheiro sem picadores cortou duas orelhas em Valência e numa série de outras Praças de Toiros. Debutou com picadores em Olivença, obtendo um forte triunfo. A carreira como novilheiro inclui uma cornada em Sevilha, numa novilhada que seguia em plano de triunfo e em Madrid perdeu as orelhas por falhar com o estoque. Tomou a alternativa em Mont-de-Marsan, cortando uma orelha. Embora toureando muito menos do que merecia, obtém triunfos em quase todas as actuações.” – Luís Capucha

Texto: Sofia T

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Nasceu em Espinho em Outubro de 1962, vive presentemente em Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa.
O seu interesse pela fotografia manifestou-se desde muito cedo, iniciando este percurso como autodidata por excelência em 1978 com uma câmara Minolta 7S, mas atualmente não dispensa a “companhia“ das suas Nikon.
Entre lugares, momentos e espaços de vivência real, natural e onírica, os trabalhos do fotógrafo deixam transparecer um discurso dialéctico que não advindo de doutrinas pré-estabelecidas dignificam os elementos captados pela relação do seu significado e a sua subjectividade numa equação de intuição e emoção.
Como impulsionador de novos fotógrafos, partilha os seus conhecimentos com amigos vinculando-lhes o estímulo pela criatividade e estética como enriquecimento e desenvolvimento pessoal.
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